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Como é feita a reciclagem de pneus?

Como é feita a reciclagem de pneus?

Quando pneus velhos vão para a reciclagem, esse processo envolve, primeiramente, a separação da borracha dos demais componentes, como arame, metais e tecidos.

Depois disso, os pneus são cortados em lascas, purificados e moídos, passando por diversos processos mecânicos, que faz com que a borracha chegue em diferentes texturas.

Ao ser refinado em moinhos, obtemos uma manta uniforme, mas há também a possibilidade de obter-se um material granulado. De todo esse processo também resulta um pó, que pode ser aplicado em alguns materiais, como o asfalto.

Portanto, a borracha que resulta da reciclagem de pneus pode ter diversas aplicações como:

Tapetes e solados;
Protetores de equipamentos pesados;
Rodos domésticos;
Asfalto;
Solas de sapato e saltos;
Borracha de vedação
Entre outros…
Assim, essa borracha se espalha para outros setores da indústria, o que acaba fortalecendo ainda mais a rede de reciclagem em geral.

Combustível?
Outra possível destinação dos pneus é a geração de energia, pois podem ser usados como combustíveis de forno para produção de papel, celulose, cimento e cal, por exemplo. No entanto, essa técnica ainda gera controversas, pois a queima dos pneus pode ser prejudicial ao meio ambiente, uma vez que emite gases que intensificam o efeito estufa. Apesar disso, algumas empresas têm investido cada vez mais em processos para filtrar esses gases e neutralizar esse efeito na atmosfera.

E os pneus remold?
Quando um pneu é descartado mais ainda é considerado em “bom” estado, ele pode passar por uma espécie de restauração.

Esse processo é conhecido como recauchutagem ou reforma e só pode ser feito quando o pneu não apresenta cortes, deformações e a banda de rodagem continua aderindo ao solo. Daí é possível realizar uma reforma.

Apesar de ser uma alternativa, a recauchutagem de pneus linha leve, ou seja, de carros de passeio, não é a mais indicada, pois, embora sejam mais baratos, eles duram 30% menos que pneus novos e ainda podem oferecer alguns riscos a segurança e estabilidade do veículo.

*Se ficou interessado, deixe nos comentários e podemos fazer um post sobre isso 😊

Como vimos, a reciclagem dos pneus é muito positiva e importante. Além de evitar o descarte deles de forma incorreta, poluindo solos e águas por mais de 600 anos, ela ainda dá origem a diversos materiais, dinamizando toda a indústria!

Fonte: http://blog.dpaschoal.com.br/reciclagem-de-pneus/

Para que serve e como funciona o amortecedor?

O amortecedor é um componente presente no sistema de suspensão do veículo, sua função é amortecer ou absorver as vibrações, não permitindo que as molas oscilem continuamente.

Há dois tipos de amortecimentos conhecidos, o amortecimento de Coulomb que consiste em amortecer o movimento por atrito e o amortecimento viscoso que consiste em amortecer o movimento limitando a passagem de um fluido por um orifício.

A grande diferença entre os dois tipos de amortecimento é que a amplitude da vibração varia exponencialmente nos amortecedores viscosos, enquanto nos amortecedores de Coulomb a amplitude de vibração varia linearmente.

Os amortecedores comumente utilizados em carros e motos são os amortecedores telescópicos que consistem em um cilindro com um pistão ligado a uma haste, podendo ser mono tubulares ou bi tubulares.

As características básicas presentes em ambos os tipos de amortecedores são:

Presença de válvulas
Presença de canais de passagem de fluido hidráulico
Sistema hermético (sistema vedado)
Depósito sob pressão (normalmente)


Fonte: https://www.canaldapeca.com.br/blog/amortecedores-para-que-servem-e-como-funciona/

Por que o meu carro gasta mais pneu de um lado?

As rodas traseiras podem estar desalinhadas. Isso ocorre por uma série de motivos. O mais comum é a ocorrência de impactos, como ao cair em buracos ou forçar o veículo contra o meio-fio.

Buchas, batentes e até mesmo molas e amortecedores degradados também podem alterar a geometria da suspensão, afetando o alinhamento.

A verificação do ângulo das rodas, junto com o balanceamento, deve ser feita a cada 5.000 km ou se houver danos severos nos aros ou pneus.

Muitos carros, porém, usam eixo de torção, que não prevê alinhamento periódico, como ocorre na dianteira. Nesses casos pode ser necessária até mesmo a troca da suspensão traseira.

Borracha torcida

Uma situação mais atípica que pode ocasionar o desgaste desigual da banda de rodagem é em carros que correm em autódromos, nos chamados track-days.

Por conta da própria concepção dos circuitos, naturalmente o veículo vai virar mais para o lado esquerdo ou direito, dependendo da orientação da pista.

Isso vai sobrecarregar uma das laterais da banda de rodagem, enquanto outra será poupada. Após algumas voltas em ritmo acelerado, isso pode ser o suficiente para que uma parte do pneu fique “mais nova”.

Dependendo do grau dessa diferença, o veículo pode ter uma mudança de comportamento, puxando para um dos lados ou tendo mais ruído de rodagem


Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/correio-tecnico-por-que-meu-carro-gasta-mais-pneu-de-um-lado/

As principais tecnologias automotivas para oficinas mecânicas!

A implementação de novas tecnologias vem modificando o mundo todo. As próprias oficinas mecânicas mudaram muito nas últimas décadas e passaram a ser vistas como centros de soluções automotivas. E para sobreviver às exigências do mercado, é preciso aliar-se à tecnologia para se destacar no setor.

Portanto, Alexandre Feletti Dias, Gerente de Operações da DPK, apontou quais são as inovações que você deve ter em seu negócio para facilitar sua rotina e padronizar seus processos, gerando eficiência e economia no planejamento.

Scanner Automotivo
A injeção eletrônica é uma das maiores conquistas tecnológicas da indústria automotiva. Hoje, todos os veículos são produzidos com esse sistema que é capaz de monitorar o funcionamento do carro por meio de módulos e sensores, proporcionando um controle mais preciso e eficiente.

Quando estes sensores identificam algum problema, a luz da injeção eletrônica acende no painel e é a partir de então, que o motorista deve ficar atento. O scanner automotivo lê os dados do sistema, reconhece e soluciona o erro.

Reprogramação Eletrônica
A reprogramação é uma outra tecnologia ligada a injeção eletrônica. Ela também é conhecida como chip de potência, pois tem o objetivo de melhorar o desempenho do motor. Isso é possível pela modificação dos parâmetros originais do sistema do veículo, fazendo com que ele opere com outras características.

Além de deixar o carro mais potente, as atualizações trazidas pela reprogramação eletrônica promovem melhor dirigibilidade, conforto e segurança.

Catálogos Online
Uma outra opção tecnológica disponível, são os catálogos online. Aqueles de papel foram substituídos por ferramentas que economizam tempo e dinheiro. Através destes catálogos, os proprietários conseguem pesquisar peças e fechar orçamentos de maneira mais rápida. Além disso, os manuais técnicos também podem ser consultados na internet.

Criado pela DPK, o KDaPeça, por exemplo, é um portal de serviço completo para o cliente, sendo a forma mais fácil e rápida de comprar produtos automotivos. O portal é voltado para proprietários e gestores dos varejos de autopeças.

Software para Gestão da Oficina
Os softwares para gestão auxilia no registro e controle das funções da oficina. É possível acompanhar as entradas e saídas de dinheiro, gerir os fornecedores e até mesmo o estoque. Atualmente, o mercado dispõe de softwares de gestão já formatados ou conta profissionais para montar um programa personalizado que considere as particularidades do seu negócio.
balanceamento de rodas

Balanceamento de rodas: A importancia de manter em dia

A importância do balanceamento de rodas
Além de manter o motor do carro e os sistemas internos, é crucial executar procedimentos de manutenção regulares nos pneus. As rotações de pneus regulares e o equilíbrio adequado das rodas são partes importantes do desempenho geral do veículo. E para que você saiba como manter seu cliente informado sobre a importância do balanceamento de rodas, respondemos abaixo algumas perguntas cruciais sobre esse serviço:

Como saber quando as rodas não estão balanceadas?
Quando há um “ponto pesado”, ou desequilíbrio, na roda, o que impede que ela gire em um movimento circular bem focado. À medida que a velocidade vai aumentando, é possível notar o volante ou os assentos balançarem e vibrarem. Quanto mais rápido você for, mais notável será a vibração. O carro pode estremecer ligeiramente, e pode ser desconfortável ou difícil segurar o volante.

Qual é o resultado de rodas não balanceadas?
As rodas não balanceadas fazem com que os pneus nas rodas afetadas se desgastem de forma desigual. Se não for compensado, as rodas não balanceadas também podem afetar sua suspensão e direção, diminuir a quilometragem por litro de combustível e causar um mau manuseio do carro. Neste ponto, é mais do que um aborrecimento — é um problema de segurança.

Por que o balanceamento de rodas é importante?
As rodas de um veículo rodam a altas velocidades. Uma roda de aro 15 polegadas gira aproximadamente 2.100 vezes a cada quilômetro. Uma roda que está devidamente balanceada e usando uma área do pneu mais do que outra pode rapidamente causar danos significativos.

Quando deve ser feito o balanceamento de rodas?
É importante incluir o balanceamento de rodas como parte de uma manutenção regular do veículo. Normalmente, as rodas precisam ser balanceadas a cada 6.000 a 10.000 quilômetros. O ideal é que o serviço seja planejado sempre junto as trocas regulares de óleo do carro.

Etiquetas de desempenho de pneus. Saiba o que é isso!

Você deve se lembrar dessas etiquetas coladas em eletrodomésticos, ar condicionados e até mesmo em carros. Mas, as etiquetas de desempenho também estão presentes em alguns modelos de pneus, como:

Pneus da linha passeio = são aqueles de construção radial que equipam a maioria dos veículos, exceto carros mais antigos como Fusca ou Brasília, que ainda mantém os pneus originais.
Pneus da linha pesada = aqueles que são utilizados em caminhões e ônibus que fazem serviços regionais, rodoviários, urbanos e mistos.
Mas, antes de conferirmos quais são as informações presentes nas etiquetas, você se lembra daquelas que estão diretamente na borracha do pneu?

Na lateral dele, há uma informação com vários números e letras. Vamos exemplificar… Temos um pneu com 185/70R14 88H. O primeiro número 185, indica a largura da banda de rodagem. O 70 significa a altura da seção do pneu – que nesse caso é 70% da medida da largura nominal do pneu.

Em seguida, vem a letra R, que é do tipo de construção, que neste exemplo que demos é a radial. Depois vem o número 14, que indica o aro ou a roda em polegadas.

O 88 é o índice de carga que o pneu suporta. O H indica a velocidade máxima.

No mercado você pode encontrar pneus com a mesma medida, mas com índice de carga e velocidade inferior. Nesse caso, não aplique em seu veículo já que pode ocasionar perda significativa de desempenho, desgaste prematura e formação de bolhas.

Agora que você já conhece todas as informações presentes nos pneus, se atente aquelas presentes nas etiquetas. Elas contemplam basicamente três informações que são: resistência ao rolamento, aderência em pista molhada e ruído.

Fonte: www.dpk.com.br

Mecânico saiba como identificar peças automotivas falsas!

De acordo com a ABCF (Associação Brasileira de Combate a Falsificação) o ramo automobilístico é um do setores mais visados, ficando entre as primeiras posições no ranking de falsificações, portanto todo cuidado é pouco.

Uma peça automotiva pirateada, além de prejudicar o desempenho automotivo, podendo trazer complicações que irão demandar um alto custo, também colocam em risco a vida, tendo em vistas que produtos falsificados não atendem as normas técnicas de segurança.

Certificação
Apenas peças automotivas originais apresentam este selo, que deve estar estampado na embalagem. O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI) e o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) são algumas dessas entidades.

Verifique o número de série
As peças originais apresentam um número único e específico de série em sua superfície, impresso durante a sua produção. O ideal é conferir se esse código é exclusivo. Para isso, faça uma comparação com outras peças do mesmo fornecedor ou procure na Internet o número de série do item.

Aparência
Procure imperfeições no acabamento, marcas de adulteração e falhas de impressão. Além disso, veja se a embalagem apresenta algum tipo de violação.

Nota fiscal
O documento, que é uma das principais garantias de originalidade do item, deve abordar informações como data e local de compra, tipo de produto, modelo, marca e série.

Acabamento
Qualquer erro no acabamento da peça, rebarbas ou imperfeições, por menor que seja, impede sua aprovação pelo padrão de qualidade dos fabricantes.

Peso
Atente-se ao peso do produto. Normalmente peças falsificadas são mais leves.

Embalagem
As embalagens de peças originais devem ter uma impressão perfeita, com selos, código de barras e lote original.

Preço
Desconfie de preços abaixo do mercado. Como os revendedores adquirem as peças de fabricantes por um preço tabelado, dificilmente que o preço seja reduzido tão abaixo da média.

Denuncie a falsificação
Para acabar com esse mercado, a ABCF Denúncia tem um portal em que você pode relatar alguma fraude ou falsificação em qualquer estabelecimento comercial ou pela internet.

 

fonte: dpk.com.br

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